segunda-feira, 17 de maio de 2010

luto para o heavy metal: Ronnie James Dio morre de câncer, aos 67 anos

O ícone do heavy metal, Ronnie James Dio, morreu na manhã deste domingo (16), em decorrência de um câncer de estômago. O roqueiro ganhou fama como vocalista das bandas Rainbow, Black Sabbath e Heaven & Hell, além de ter feito uma bem-sucedida carreira solo.

A informação foi divulgada pela mulher do cantor, Wendy, em seu site oficial. "Hoje meu coração está partido, Ronnie se foi às 7h45", publicou ela, que também pediu privacidade para lidar com a perda. A notícia do câncer do músico foi divulgada em novembro de 2009, ainda em estágio inicial. O cantor havia diminuído a agenda de shows para cuidar melhor da doença.

"Ronnie sabia o quanto era amado por todos. Nós agradecemos muito o amor e o apoio que todos tem dado para nós. Por favor, nos dê alguns dias de privacidade para lidar com esta perda terrível", escreveu. "Ele amava a todos e sua música viverá para sempre", publicou no final do comunicado.

Dio, cujo nome de batismo é Ronald James Padavona, nasceu em Portsmouth, New Hampshire. Ele começou a carreira tocando em bandas de rockabilly durante os anos 1950.

O cantor ganhou notoriedade nos anos 1970, quando Ritchie Blackmore, guitarrista do grupo inglês Deep Purple, contratou Dio para ser o vocalista de sua nova banda, o Rainbow.

Em 1979, quando Ozzy Osborne foi expulso do Black Sabbath, Dio o substituiu e ao lado da banda gravou os discos Heaven and Hell (1980), Mob Rules (1981) e Live Evil (1983). Deixou o grupo para seguir carreira solo, mas voltou em 1983, quando lançou Dehumanizer (1992).

Dio também é o criador do chifrinho feitos com os dedos, usado até hoje por fãs de diferentes gêneros de rock, sobretudo entre os headbangers.

O último álbum de estúdio com o cantor foi The Devil You Know, lançado em abril de 2009. Meses depois, em novembro, ele veio ao Brasil para divulgar o álbum, gravado com a banda Heaven & Hell, que reúne seus ex-companheiros de Black Sabbath, o guitarrista Tony Iommi, o baixista Geezer Butler e baterista Vinnie Appice.

Holy Diver, o primeiro disco solo de Ronnie James Dio é considerado um dos maiores discos do Heavy Metal de todos os tempos.

domingo, 25 de abril de 2010

AVATAR O FILME, ONDE AS MONTANHAS FLUTUAM!

Resolvi não demorar muito a postar algo novo para purgar logo o desgosto do último filme. Esta semana enquanto baixava “AVATAR o FILME”, um sentimento de desconfiança me assombrava, temia que este seria mais uma bomba megalomaníaca do cinema americano. Devo admitir que o filme me surpreendeu, não é tão ruim, é até muito divertido e bonito visualmente. Mas oque ele realmente tem bom? Ainda estou degustando tudo na minha mente, procurando entender por não achei aquilo tudo um besteirol completo. Sim, porque “Pandora” o planete imaginário de James Cameron tem montanhas flutuantes, pássaros multicoloridos, animais “pré históricos?” de seis patas, plantas exóticas que reluzem a noite e por ai vai. Mas porquê gostei de tudo isso sem me irritar com tanta viagem? Talvez porque nenhum animal da floresta fale (uuufa), talvez porque a floresta não tenha nenhum Bruxo lendário com super poderes (uufa), talvez porque a história toda não tenha nenhuma lenda assustadora (uuufa uuufa) . Muito pelo contrário, AVATAR tem uma história muito simples da luta do homem selvagem contra o progresso desenfreado. É um filme ecológicamente correto em todos sentidos, já que tanta destruição só deu trabalho aos gênios da computação gráfica. É também um filme com algum toque espírita, mas sem exageros. É claro que no final não podia faltar a clássica luta entre o vilão e o mocinho com a morte do vilão sendo espetado por algo e o argumento também não consegue fugir de certo vícios e usa frases clássicas como “ei, vamos acabar com tudo isso, não quero me atrasar pro jantar”. Mas tudo bem, o filme vale a pena, é diversão certa se você tem mente aberta.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Que isso!?, Sandra Bullock, Oscar de melhor atriz?

Um sonho Impossível é oque vou ter hoje depois de assistir este filme. Com um cartaz bonitinho mostrando um céu maravilhoso ao fundo até parece daqueles filmes produzidos hoje em dia pela Igreja batista. Puro engôdo.
A Atuação de todos os atores é tão péssima, que fica difícil acreditar que Sandra Bullocok tenha ganhado a estatueta do Oscar. Só há uma explicação, não havia concorrentes, ou todas as outras opções também eram péssimas. Mesmo com uma fotografia muito bonita e com uma boa história na mão, os diretores e atores não conseguirem passar uma mensagem convincente. O filme é cheio de clichês americanófilos, daqueles que o povo de lá gosta de assoviar e gritar heeeeeeeeeeee é isso aeeeeeeeeeee fiuuuuuuuuuuuu. Chega, basta mesmo, não é possível que roteiros com argumentos tão pobres ainda deem bilheteria.

Por um outro lado o cinema americano nos tem presenteado durante décadas com bons filmes sobre o tema esporte em especial o futebol americano. São muitas as opções mas hoje se eu pudesse recomendar um na mesma linha de "Um Sonho Possível", recomendaria este ao lado que tem o título original "The Express", e que no Brasil foi lançado com o estranho nome de "No limite" e que conta a história verídica de Ernie Davis, o "Expresso de Elmira".

O fime consegue unir dois pontos importantes: a luta contra a segregação racial nos EUA, e luta para ser campeão no esporte. No mundo, poucos viveram tanto em tão pouco tempo e tiveram história tão impressionante e comovente como a de Ernie Davis.

No final dos anos 50, Ernie Davis, o "Expresso de Elmira" despontou como o melhor jogador afro-americano do país na liga universitária. Na verdade, era o melhor do país, o primeiro negro a conquistar o importante prêmio Heisman, dedicado aos melhores universitários do ano. Conseguia atravessar o campo inteiro sem ser impedido por qualquer marcador para marcar um touchdown.

Para isso, precisou convencer os próprios colegas de time, o técnico, e até outros negros. Enfrentou adversários dentro de fora de campo, desde garrafas arremessadas das arquibancadas a até apelidos nada gentis pelas ruas e gramados.

Se vocês admiram Martin Luther King, precisam conhecer quem já mudava a cabeça de um país antes do ativista dizer "I have a dream...".

Não tem como não se emocionar, o filme é maravilhoso.

terça-feira, 23 de março de 2010

S.O.S ao xadrez Catarinense

O título pode ser pessimista ou exagerado, mas tanto pode ser um alerta como também pode ser o prenúncio de um ano muito díficill ao esporte catarinense e em nosso caso oque mais interessa o xadrez. "Os ventos que uivam" do Norte não trazem boas notícias para nossa modalidade no que se refere a aqueles que trabalham com o xadrez. O pessimismo e a decepão é grande, a falta de apoio cada vez maior e ameaça de jogar a toalha é eminente. Trabalhos que antes eram considerados sólidos estão ameçados a se perder por falta de patrocinio e demora nas renovações contratuais com suas FME , tem também trabalhos emergentes no estado que estão ameaçados a acabar antes mesmo de vingar. O reflexo disso já é possível notar em São José este fim de semana na 1 Etapa do Circuito Catarinense de Xadrez Rápido onde uma "grande equipe" conquistou humildes 9 medalhas, muito longe das 28 conquistadas no mesmo local e evento no ano passado. No Sul também temos os mesmo problemas com raríssemas exceções como Criciuma que já se prepara para os joguinhos e o JASC de 2010 e faz um constante trabalho de base com a garotada. Oque falo aqui é apenas uma reflexão daquilo que escutei de amigos que trabalham com o xadrez e que clamam por mais reconhecimento profissional, mais estabilidade, mais respeito por tudo aquilo que fazem ou já fizeram pelo xadrez catarinense. São pessoas que as vezes dedicam sua vida ao esporte que benefecia da forma mais saúdavel possível todas as sociedades em todas as classes sociais.

segunda-feira, 8 de março de 2010

CINE CAVERÁ PORQUE EXISTIR? SE NÃO VALE A PENA INVESTIR?

Recentemente depois de mais um ano sem ir ao CineCaveráPark eu e a Dayana resolvemos ir ao cinema assisitir a Era do Gelo III sem nos lembrarmos muito bem o porque de ter ficado tanto tempo sem ir lá já que como a maioria gostamos muito de assistir filmes. Ao começar a sessão não foi dificil lembrar o porque, se em muitas coisas o Caverá Park é show de divertimento e lazer, infelizmente Cinema não é um deles. Não que as instalações não sejam boas, pelo contrário, o espaço é maravilhoso, mas falta o principal, o essencial, o primordial para que possa abrir uma sala de cinema, falta um som ambiente de qualidade, falta equipamentos de projecão mais decentes. Não é exagero dizer que é o pior sistema de som em um cinema que já vi, é horroroso, mal dá para ouvir oque estão falando no telão, é "broxante".

Mas a paixão é a maior, e menos de 6 meses depois resolvemos dar mais uma oportunidade a nós mesmos e ao CineCaverá e fomos assisitir 2012 no telão. Bommmmmm, foi oque pretendiamos. Pra começar, o péssimo mau hábito de sempre abrir apenas 15 minutos antes as dependencias do cinema persiste, e logo quando fomos para a fila, apareceu um sujeito dando a notícia que já indicava que as coisas não acabariam bem, a máquina de projeção não estava ligando, e eles iriam tentar ligar. Ora se sou dono do Cinema e num domingo a tarde meu aparelho de projecão queima eu diria logo para as pessoas a verdade dos riscos que seria começar a passar um filme com um aparelho naquele estado mesmo que concertado as pressas, e que elas fossem tentar salvar a tarde de domingo em outro lugar. Mas não, disseram que iriam tentar arrumar e deixaram as pessoas na fila aguardando. Eu logo fui sentar, porque sentado cansa menos, e fiquei observando aquele povo todo esperando, alguns sem arredar a fila e pensando, "que bando de tolos" Será que eles pensam que vão perder o lugar? Será que eles pensam que ainda vai ter sessão de cinema? Daqui a pouco vai aparecer o sujeito pedindo desculpas e mandando todos voces embora! sentem pelo amor deus (pensava eu sentadinho indignado tomando minha coca). Mas o sujeito foi teimoso, o tal cara que ia tentar consertar o aparelho. Ou ele tava lá dentro tentando arrumar mesmo, ou estava com medo de aparecer, contar a verdade e levar uma vai do povo. 45 minutos se passaram, e no limite da situação ele veio enfim dizer a verdade, e na seca, sem nenhum pedido de desculpas, mandou o povo embora. Eu tava certo, não que eu quizesse que fora assim, eu queria era assisitir o filme como todos. Mas eu tava certo, desde o principio, FALTA EQUIPAMENTO DE QUALIDADE PARA O CINECAVERÁ.

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