Um sonho Impossível é oque vou ter hoje depois de assistir este filme. Com um cartaz bonitinho mostrando um céu maravilhoso ao fundo até parece daqueles filmes produzidos hoje em dia pela Igreja batista. Puro engôdo.A Atuação de todos os atores é tão péssima, que fica difícil acreditar que Sandra Bullocok tenha ganhado a estatueta do Oscar. Só há uma explicação, não havia concorrentes, ou todas as outras opções também eram péssimas. Mesmo com uma fotografia muito bonita e com uma boa história na mão, os diretores e atores não conseguirem passar uma mensagem convincente. O filme é cheio de clichês americanófilos, daqueles que o povo de lá gosta de assoviar e gritar heeeeeeeeeeee é isso aeeeeeeeeeee fiuuuuuuuuuuuu. Chega, basta mesmo, não é possível que roteiros com argumentos tão pobres ainda deem bilheteria.
Por um outro lado o cinema americano nos tem presenteado durante décadas com bons filmes sobre o tema esporte em especial o futebol americano. São muitas as opções mas hoje se eu pudesse recomendar um na mesma linha de "Um Sonho Possível", recomendaria este ao lado que tem o título original "The Express", e que no Brasil foi lançado com o estranho nome de "No limite" e que conta a história verídica de Ernie Davis, o "Expresso de Elmira".O fime consegue unir dois pontos importantes: a luta contra a segregação racial nos EUA, e luta para ser campeão no esporte. No mundo, poucos viveram tanto em tão pouco tempo e tiveram história tão impressionante e comovente como a de Ernie Davis.
No final dos anos 50, Ernie Davis, o "Expresso de Elmira" despontou como o melhor jogador afro-americano do país na liga universitária. Na verdade, era o melhor do país, o primeiro negro a conquistar o importante prêmio Heisman, dedicado aos melhores universitários do ano. Conseguia atravessar o campo inteiro sem ser impedido por qualquer marcador para marcar um touchdown.
Para isso, precisou convencer os próprios colegas de time, o técnico, e até outros negros. Enfrentou adversários dentro de fora de campo, desde garrafas arremessadas das arquibancadas a até apelidos nada gentis pelas ruas e gramados.
Se vocês admiram Martin Luther King, precisam conhecer quem já mudava a cabeça de um país antes do ativista dizer "I have a dream...".
Não tem como não se emocionar, o filme é maravilhoso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário